Month: March 2011 Page 2 of 3

Testamento 2011 – Felicità che nasce della attività più alta della conoscenza

Ecco che oggi mi vedo compiere (e cominciare) un altro anno di quel che considero un meraviglioso «excursus», ricerca profonda della Verità, ontologicamente «aletheia» [verità esistente che si svela] e essenzialmente «kenosi». Il tentativo metodologico di (dis)continuo svuotarmi per far spazio al nuovo, che tante volte intimorisce, ma che spesso porta ad una crescita interiore e verso gli altri.

Questa intensa attesa al «kairos» [tempo giusto], non sembra  mai coincidere con gli ansiosi desideri cronologici. Ci vuole una pace che ogni tanto turba, ma che mi aiuta a dare la misura giusta della conoscenza gnoseologica della pazienza.

Bello, in conseguenza, è che ciò che la ricerca metafisica e le spiegazioni scientifiche non sono capaci di raggiungere, la misericordia fraterna “ci sta”!

In quest’anno “sophiano” sono diventato amico di tanti “bei volti”: Parmenide, Cartesio, Socrate, Luca, ma i migliori certamente sono Aristotele, Galileo Galilei e l’apostolo Paolo. Questi tre personaggi mi hanno fatto scoprire la bellezza della trinitaria interdisciplinarietà: Filosofia, scienza e teologia.

Un tuffo deciso nell’ontologia trinitaria del Creato e del Creatore mi ha aperto poi il cuore per la «pericorese» in cui sono nel mondo e nella stessa misura il mondo è in me. Nelle relazioni, amicizie, studio… in ogni esperienza ho trovato l’Amore (Àgape), che nella diversità dell’altro mi ferisce, ma che è strada unica per una profonda esperienza del Vero!

Magari, oggi, la mia ricchezza è soprattutto l’acquisizione profonda di nuove conoscenze, nuove prospettive, frutto dell’esperienza a Sophia. Ma senza i rapporti trinitari e fraterni con i compagni di studio, sarebbe una visione quasi «ideologica» dell’esperienza.

Però, l’Amore, in me, risuona non soltanto nel desiderio di portare “il Divino” all’umanità. In me il  “La accordante” è un amore unico, specifico, personale. Amare non sarà mai più, dopo quest’anno, parola con il significato assolutamente in sé. L’amore è amare CON, amore Da, amarLa.

Nel mio ventiseiesimo anno ho potuto sperimentare un sentimento nuovo, intenso, troppo grande, ma che veramente è diventato compagno e senso per la desiderata “Massima Felicità”.

L’amore ha bisogno dell’amato e dell’amante. Amore, amato, amante… la visione trinitaria del mondo non mi lascia più in pace.

Felicità, gratitudine e un forte sentimento di responsabilità nel  portare tutto quello che ho ricevuto al mondo, alle persone. Essere vero strumento del Comunicatore per eccellenza.

Volevo avere il coraggio paolino e la carità mariana, ma mi trovo più nei continui tradimenti “giudaiano” e nella assenza di fede “tommasiana”. Però, comunque, vado avanti…

… felice, non di quella felicità che ci si trasmette col sorriso, ma che è indubitabile perché fa brillare gli occhi.

Poesia – comunione

Senza quella spinta reciproca d’induzione e deduzione

È difficile trovar il cammino splendente.

Percorro quel buio tunnel con la fiammella tra le brace.

Cerco di proteggerne perché non si facciano tenebre.

Bello ormai è andare col viso illuminato

ed’aver poco bisogno di una luce interiore, pericolosa, condizionata.

In quel percorso nuovo ci si attacca al vero amore sopralunare,

Poi, essere comunque solo è manifestazione che non ha pari

Nei momenti di paura mi ricordo d’aver in tasca quel bel fiore

Che mi è stato regalato proprio affinché non mi senta mai solo

E lì il sorriso pervade cuore ed anima

La felicità e la Sua presenza ritorna.

Poesia ogni tanto è un «brainstorm» che solo il poeta capisce

In metafore confuse, spiegazione strane si espone una realtà che esiste

Faccio poesia non perché sono poeta ma perché credo nelle parole

E comunicando l’anima, ci si scopre, come nel buoi, che non siamo mai soli!

A televisão como instrumento de comunicação social

Depois da maravilhosa experiência com «JORNALEIROS», que me levou a refletir intensamente sobre a importância da formação dos jovens jornalistas, inicio um “novo degrau” de compreensão “científica”.

Hoje começo a seleção bibliográfica para a minha tese de “laurea magistrale” no Instituto Universitario Sophia e como “abre-alas” um “mergulho” no livro «Homo Videns», de Giovanni Sartori.

Fui envolvido pelo título e pela introdução provocatória (e diminutiva) a respeito da televisão como instrumento de comunicação de massa.

Críticas sobre o conteúdo televisivo encontram-se aos milhões… na verdade até o mais leigo dos telespectadores talvez consiga identificar conteúdos imprestáveis na televisão brasileira (mesmo que a italiana é sem dúvidas a mais deplorável que pude conhecer). Porém o que achei interessante é uma tentativa de análise do instrumento “televisão”.

Conversando com um dos meus professores aqui na universidade, físico nuclear, filósofo e teólogo. Intelectual extremamente crítico e eloqüente sobre os mais diversos assuntos da cultura contemporânea me encontrei nessa inquietante reflexão, possível chave de leitura para a minha tese: o mau da televisão é no seu conteúdo, na forma que o instrumento é operado ou é in si, no próprio instrumento?

Giovanni Sartori tem a sua teoria: a televisão transformou o “homo sapiens”, ser capaz de pensar suas ações e construir uma interpretação simbólica por meio da linguagem, em “homo videns”, primata que, ao dissociar o pensar do ver, privilegiando o último, regrediu de maneira evidente.

Algumas perguntas que permanecem são: A visão não é instrumento de conhecimento e enriquecimento cultural? É possível “culpar” a televisão no “emburrecimento” analítico do homem pós moderno? Qual é o papel da televisão hoje, como instrumento cultural de massa?

Hoje, 11 de março de 2011 («11-03-11» combinação de números que daria uma reflexão interessante sobre uma nova proposta de codificação binária da informação) começa uma reflexão que queria ir compartilhando, construindo, junto com colegas de profissão e de mundo cultural (instrumental).

Minha principal motivação é justamente começar (ou continuar) a construir um caminho encontre o significado verdadeiro da informação televisiva. Que essa não seja banalizada como instrumento de manipulação e  mas que possa, sobretudo, (mesmo que traga benefícios econômicos à quem produz) impostar a centralidade da pessoa humana e o desenvolvimento social.

Ginetta Calliari: Modelo de mulher

Há 10 anos a italiana Ginetta Calliari partia do mundo imanente para alcançar “Aquele céu” que a impulsionou a deixar sua singela Trento… sua cultura, família, para levar ao Brasil o Ideal da unidade.

Como escrevi em um post antigo “Ginetta não é só a minha mãe espiritual, é também biológica”, porque o encontro entre os meus pais terrenos, ocorrido em um encontro do nascente Movimento dos Focolares, tem relação direta com o ato missionário dessa incrível mulher.

Lendo a biografia de Ginetta há pouco mais de um ano me deparei com uma radicalidade apaixonante, de uma fé e uma determinação que assusta e depois converte.

O “encontro literário” com essa grande mulher me ajudou a entender que realmente não dá para ignorar o “daimon” que fala dentro de nós, aquela voz interior que nos ajuda a buscar uma Felicidade que não passa.

Nesta perspectiva não se fala mais de sonho, mas vontade divina e por isso dar dimensões humanas pareceria estupidez.

Ginetta me trouxe aonde estou, me ajudou a entender que felicidade não é somente fim, mas caminho “festejável” cotidianamente.

Minha paixão pela feição divina “vislumbrável” por meio do sexo feminino é bem expressa nesse modelo de mulher que é Ginetta. Forte, verdadeira, inteira!

Hoje, Dia Internacional das Mulheres é a Festa de Ginetta, que para mim não é só mulher: é mãe e Santa!

Breve biografia:

Ginetta Calliari nasce em Trento (Itália), em 15 de outubro de 1918.

Em 1944, conhece Chiara Lubich. Ao ouvi-la falar de Jesus Crucificado e Abandonado, como expressão máxima do amor de Deus, decide deixar tudo para consagrar a sua vida a Ele. Seguindo os passos de Chiara, Ginetta viverá com ela a experiência da fundação e expansão do Movimento dos Focolares. A Unidade, testamento de Jesus (cf. Jo 17,21) torna-se o objetivo de sua vida e pautará sempre suas ações.

Em 26 de outubro de 1959, juntamente com outras três focolarinas e quatro focolarinos, Ginetta vem para o Brasil, o primeiro país além da Europa a acolher o Movimento dos Focolares, estabelecendo-se em Recife. Chiara faz uma entrega simbólica: “Não lhes dou um crucifixo de madeira ou de metal, mas o crucifixo vivo, Jesus Abandonado”. Essa entrega será como uma bússola na sua vida. Ginetta e os demais não poupam esforços para difundir o Ideal da Unidade.

Atualmente, o Movimento dos Focolares está presente em todos os Estados do Brasil e dele participam cerca de 300 mil pessoas.

Em 1969, transfere-se para Vargem Grande Paulista (SP). Dá início ao Centro Mariápolis, que se transformará na Mariápolis Araceli – uma cidadezinha de testemunho com 400 habitantes, cuja vocação é mostrar o amor evangélico como estilo de vida – onde Ginetta vive por 32 anos; passou a se chamar Mariápolis Ginetta, em sua homenagem.

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