Day: March 16, 2009

2006/2009 – Ricordare per continuare a crescere

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3 anni fa, nel gennaio, 2006, 450 giovani da tutte le regione del Brasile si sono incontrati per cercare un modo di confrontare le difficoltà in vivere da Gen nel mondo e sopratutto scoprire le nuove alternative per donare Dio.

 

La dinamica di quel momento è stata di grandi dubbi concettuali sull’essere gen oppure Gioventù Nuova ed anche gli ostacoli che c’erano di concretizzare le attività fra la parte femminile e maschile del Movimento.

Anche la mancanza di attività e il poco compromesso ci portavano a tanti riflessioni, però che scontrava direttamente con la vita del Movimento Gen nelle regioni.

Però, all’apice dell’incontro, è immersa la problematica dei rapporti fra le generazioni, che ha puntato verso una grande comunioni da cui i giovani e gli adulti si sono messi d’accordo di sforzarsi a vicenda per entrare in profondità nel dialogo e con l’obbiettivo che, dall’unità stabilita, potessi nascere un nuova cultura, costruita con i bagagli delle generazioni precedenti, senza dimenticare la ricchezza che i giovani possono portare.

Da quel momento in poi è cominciata una nova tappa nella vita dei giovani del Movimento. Il protagonismo è tornato al centro e i focolarini si sono aperti per affidarsi dalla voglia dei Gen di costruire il mondo unito.

Allora, tutto è cambiato. Sono nate attività, è cresciuto il dialogo ed entrambi hanno riflettuto direttamente nella crescita del numero di giovani che volevano vivere l’Ideale.

Tre anni sono passati e nuovamente i rappresentanti mondiale dei GPMU sono tornati in Brasile. Adesso, 200 giovani hanno potuto riscoprire il valore di donare ciò che ricevano.

É stata la prima volta che siamo arrivati ad un incontro senza una “grande crisi esistenziale”, perché abbiamo capito che la nostra parte nella costruzione dell’Opera doveva essere assunta.

Quindi l’esperienza è cambiata. La grande novità è stata capire che non posiamo contentarci con le attività che stiamo facendo, perché c´’è ancora il mondo unito da conquistare.

I sentimenti quando siamo arrivati all’incontri del 2006 e 2009 sono stati diversi, ma la gioia di capire che il mondo unito dipende soltanto di noi, è stata risentita.

2006-2009 – Relembrar para continuar crescendo

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Há um pouco mais de 3 anos, em janeiro de 2006, 450 jovens de todas as regiões do Brasil se reunirão para procurar um modo de enfrentar as dificuldades da vida e principalmente descobrir novas alternativas para doar Deus aos jovens no mundo contemporâneo.

A dinâmica daquele momento mostrava grandes indefinições conceituais a respeito do ser Gen ou Juventude Nova, além dos inúmeros empecilhos que existiam para concretizar as atividades entre a parte masculina e feminina do Movimento.

Também a escassez de atividades e pouco envolvimento geravam muitas reflexões, pois tudo refletia diretamente na vida do Movimento Gen em geral.

Porém, no ápice do encontro, emergiu a problemática do relacionamento entre as gerações que culminou com uma grande comunhão na qual tantos os jovens como os adultos se comprometeram a esforçarem-se para entrar em profundidade no diálogo, com o objetivo de que dele nascesse uma nova cultura, construída pela bagagem das gerações anteriores, sem esquecer o enriquecimento que pode trazer a juventude atual.

A partir daquele momento começou uma nova etapa na Vida dos jovens do Movimento. O protagonismo voltou a ser enfatizado, os focolarinos se abriram para poderem confiar no anseio dos Gen de construírem o mundo unido.

Assim, dali em diante tudo mudou… nasceram atividades, cresceu o diálogo, fatos que refletiram diretamente no aumento do número de jovens envolvidos com o Ideal.Três anos se passaram e novamente os representantes mundiais dos JPMU voltaram ao Brasil. Agora, 200 pessoas puderam redescobrir o valor de doar aquilo que receberam.

Pela primeira vez chegamos a um encontro de “grande porte” sem grandes crises existenciais, pois entendemos que a nossa parcela de envolvimento precisava ser assumida.

Assim, a experiência mudou. A grande novidade foi entender que não podemos nos contentar com atividades que já são realizadas, cientes de que o mundo unido ainda é um objetivo distante.

Os sentimentos ao chegarmos nos encontros em 2006 e 2009 eram diferentes, mas a alegria do entendimento de que o mundo unido só depende de nós, se repetiu magistralmente.

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