Day: September 6, 2007

Mondo borghese

Mondo borghese

Io: Bravo, bello, forte.
capace di conquistare il mondo
Non è forte neanche la morte
abbastanza da farmi moribondo.

Voglio, ho, sono,
mi sento, nel mio mondo borghese, un formidabile uomo.
Puoi chiamarmi egoista
ma insomma, sono soltanto individualista

Niente altruismo penso a me
nel mio mondo borghese,
anche un topo vale più di te!

Ci sembra la vecchia borghesia?
capirai che il mondo non è molto cambiato
e non mi venga disturbare con ipocrisia.

Sinfonia da alegria

sinfonia da alegria

Ai o Samba… sinfonia da alegria.

O samba me faz olhar nos olhos das pessoas, passantes,

me faz ver o que é supérfluo e o que é sim relevante.

O samba de Paulinho da Viola, o gingado de quem dança, mas não rebola.

Esse samba “que é lindo como maracatu”.

Faz-me enxergar um Brasil aqui presente, de norte a sul.

Uma alegria fisiológica invade o meu corpo

e a vontade de sambar, mesmo sem saber, me faz perder as estribeiras.

Ligo o rádio e enlouqueço ao som de Seu Jorge cantando Magueira.

E nesta trilha sonora, das mais concretamente brasileiras,

Percebo a beleza de cada rosto dos meus conterrâneos.

Que vivem na mais pura correria.

E caminham sambando como se ouvissem eternamente o Melodia.

Beth Carvalho, Alcione, Jorge Aragão…

Procuro ouví-los sempre que quero reacender o amor no meu coração.

Ouço samba quando esqueço de sorrir,

quando insisto em dormir.

Ouço, canto, danço,

e em nenhum momento me canso.

Porque é em meio a essa popular sinfonia.

É que não deixo de demonstrar minha efêmera alegria.

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