Back to humanity

Violations of human rights, ultra-conservative parties rising into power, inequality and the extreme individualism that triggers the loss of common references: Many people might agree that this is a pretty realistic view of what is happening in the world right now. I must admit that often when I am reading the news, I feel hopeless about humanity.

When people ask me what I do, I am proud to answer that I use my skills to promote Humanity. It could be enough to just live a decent and honest life, find my happiness, but I always feel that I should do more.

Some weeks ago, I started to reflect and review my convictions. Are my actions coherent with my beliefs? Am I doing things just for habit or because they fit my routine? If Love is the power that drives me, why am I accepting to live a meaningless life to remain comfortable? Answering these questions made me understand that it was time for me to change.

When you understand that altruistic love feeds happiness, it is hard to be satisfied. It seems impossible to believe that achieving socioeconomic self-sufficiency is the end of the game. Life cannot finish with people looking in the mirror.

Embracing humanity seems the only way to overcome the emptiness of individualism. Empathy helps to keep us united. It makes us family, despite personal stories and beliefs. We need to elevate Creation to an unnegotiable status that encourages us to look more at each other and to make impactful decisions, especially in favour of those in vulnerable conditions.

O jovem e Deus

Deus é Jovem

Quais são as características que nunca devem faltar em um jovem? “Entusiasmo e alegria. E a partir disso se pode começar a falar de outra característica que não deve faltar: o senso de humor. Para poder respirar, é fundamental o senso de humor, que está ligado à capacidade de se alegrar, de se entusiasmar”.

Essa é uma das passagens conclusivas do livro-entrevista « Deus é Jovem », assinado pelo Papa Francisco. No diálogo com Thomas Leoncini, Francisco dirige-se não apenas aos jovens do mundo inteiro, dentro e fora da Igreja, como também a todos os adultos que por esta ou aquela razão são detentores de um papel educativo e de orientação no seio da família, nas paróquias e nas dioceses, na escola, no mundo do emprego, no associativismo e nas mais diversas instituições.

A esperança deve passar necessariamente pela fé em Deus? “Não necessariamente (…) Basta que exista uma pessoa boa para existir esperança (…) Os muros são colocados por terra com o diálogo e o amor. Se você está falando com alguém, fala de cima do muro. Então você falará mais alto, e aquele que está do outro lado do muro vai ouvir melhor e poderá lhe responder. Se você faz o bem, não tenha medo de gritar”.

Difícil não se encantar com as muitas passagens inspiradoras desse diálogo que revelam um pouco mais desse homem tão admirado. A simplicidade do discurso, as escolhas intelectuais, mas acima de tudo a humanização da Fé, faz de Francisco mensageiro de um cristianismo realmente universal. Sem fugir das perguntas, dos exemplos pessoais e de uma análise realista da sociedade em que vivemos, o Papa acredita que esperança no futuro está no encontro entre jovens e velhos. Na relação entre o entusiasmo original e liberdade adquirida pelas experiências vividas.

saudades

Saudades do abraço

Saudades do abraço

constantes percalços

do ritmo no caminhar

e o gostar de dançar

 

Saudades do abraço

da falta de espaço

do arroz com feijão

e risoto de camarão

 

Saudades da Fé, da esperança

do brincar com crianças

 

Do pouco que é muito

e o furtar dos minutos.

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